Clínicas conveniadas que prestam atendimento a crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) afirmam estar há cerca de 120 dias sem receber repasses da Prefeitura de Porto Alegre. Segundo representantes das instituições, o atraso compromete o pagamento de profissionais, fornecedores e a continuidade dos serviços oferecidos às famílias.
De acordo com os relatos, algumas clínicas enfrentam dificuldades financeiras devido à ausência dos repasses previstos em contrato. Apesar do cenário, muitas seguem atendendo os pacientes para evitar a interrupção dos tratamentos, considerados essenciais para o desenvolvimento das crianças com TEA.
Famílias temem impacto no atendimento
A preocupação das clínicas também é compartilhada por pais e responsáveis, que temem a redução ou suspensão dos atendimentos caso a situação não seja regularizada. Os serviços incluem terapias multidisciplinares fundamentais para crianças diagnosticadas com o transtorno do espectro autista.
As instituições cobram uma solução rápida por parte do poder público e a regularização dos pagamentos em atraso. Até o momento, o impasse segue sendo acompanhado pelas clínicas e pelas famílias que dependem do atendimento especializado.














