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Pai é preso suspeito de abusar das filhas em Porto Alegre

Homem foi preso preventivamente nesta segunda-feira após relatos de uma adolescente de 12 anos e de uma das filhas; Polícia Civil segue investigando o caso.

Um homem foi preso preventivamente na manhã desta segunda-feira (31), em Porto Alegre, suspeito de estupro de vulnerável contra as quatro filhas, que têm entre um e nove anos. Segundo a Polícia Civil, uma enteada de 12 anos também teria relatado abusos sexuais praticados pelo padrasto.

A investigação começou depois que a avó das meninas procurou uma delegacia, após a adolescente de 12 anos contar que sofria abusos sexuais. Alguns dias depois, uma das filhas do investigado, de nove anos, também teria relatado à mãe que era vítima de supostos abusos.

O nome do homem não foi divulgado pelas autoridades.

Investigação começou após relato da adolescente

De acordo com a Polícia Civil, a adolescente de 12 anos, que é enteada do investigado, relatou que sofria abusos sexuais praticados pelo padrasto.

Após o relato, a avó das meninas procurou uma delegacia e comunicou a situação às autoridades.

Dias depois, uma das filhas do homem, de nove anos, também contou à mãe que teria sofrido abusos.

Os dois relatos deram início à investigação policial e serviram de base para que a Polícia Civil solicitasse à Justiça a prisão preventiva do suspeito. A medida foi autorizada pelo Poder Judiciário.

Quatro filhas estão entre as vítimas investigadas

Segundo a Polícia Civil, o homem é investigado por suspeita de estupro de vulnerável contra suas quatro filhas.

As meninas têm idades entre um e nove anos.

Como o caso envolve crianças e adolescente, informações capazes de identificar as possíveis vítimas são preservadas.

A investigação deverá esclarecer as circunstâncias dos relatos e reunir outros elementos necessários para a apuração dos fatos.

Enteada teria deixado a residência

A adolescente de 12 anos, que teria relatado os abusos atribuídos ao padrasto, deixou a residência após os episódios relatados.

A situação foi comunicada às autoridades pela família e passou a ser investigada pela Polícia Civil.

A saída da adolescente da residência ocorreu antes do cumprimento da prisão preventiva do investigado.

Suspeito tentou fugir durante a prisão

A prisão preventiva foi cumprida na manhã desta segunda-feira.

Segundo a Polícia Civil, durante a abordagem, o homem tentou fugir pelo pátio da residência e também teria resistido à prisão.

Os policiais conseguiram contê-lo e efetuar a prisão.

O investigado permanece à disposição da Justiça, enquanto a Polícia Civil dá continuidade à apuração.

Identidade não foi divulgada

O nome do suspeito não foi divulgado pelas autoridades.

A preservação da identidade também está relacionada à necessidade de proteger as crianças e a adolescente envolvidas no caso.

O Jornal MPV não divulga qualquer informação que possa permitir a identificação das possíveis vítimas.

Caso segue sob investigação

A prisão preventiva não representa uma condenação. O homem é investigado e considerado suspeito dos crimes relatados pelas vítimas.

A Polícia Civil continuará reunindo informações e elementos para esclarecer as denúncias. A eventual responsabilização criminal dependerá da apuração e das decisões tomadas pela Justiça.

Enquanto o processo estiver em andamento, permanece garantido ao investigado o direito à presunção de inocência.

O que se sabe até agora

  • Local: Porto Alegre;
  • Prisão: segunda-feira (31);
  • Situação: prisão preventiva;
  • Investigado: homem, pai de quatro meninas;
  • Quatro filhas: idades entre 1 e 9 anos;
  • Enteada: adolescente de 12 anos;
  • Suspeita: estupro de vulnerável;
  • Início da investigação: relato da enteada e posterior relato de uma das filhas;
  • Denúncia à polícia: feita pela avó das meninas;
  • Prisão: suspeito teria tentado fugir e resistido aos policiais;
  • Identidade: não divulgada;
  • Situação atual: preso e à disposição da Justiça.

Importante: os fatos são objeto de investigação. As acusações não representam condenação, e a responsabilidade criminal do investigado será definida pela Justiça.

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