Convido a toda comunidade gaúcha de alvorada e Grande Porto Alegre, vir neste sábado dia 29 colaborar com nossa associação, A colher a vida, tens como fim esse projeto inclusivo com crianças neurodivergente, estamos resgatando nossa cultura tradicionalista, mesmo tempo arrecadando dinheiro pra fazer as roupas das crianças, convido todos abraçarem essa causa linda e ao mesmo tempo ajudar a resgatar nossa cultura tradicionalista, agradeço a sua ajuda de coração.
Por Sandra Salenave
A tradição gaúcha também pode ser um espaço de acolhimento, convivência e inclusão. É hoje, 28 de agosto, às 20 horas, o Jantar da Invernada Inclusiva do CTG Chilena de Prata, em Alvorada. O encontro reúne famílias, amigos e a comunidade em uma noite de confraternização, gastronomia e valorização da cultura tradicionalista.
O evento será realizado na Rua José do Patrocínio, nº 238, Jardim Porto Alegre, em Alvorada/RS. Mais do que uma atividade social, o jantar tem uma finalidade especial: arrecadar recursos para a compra das roupas das crianças que participam da Invernada Inclusiva.
Por isso, quem participar hoje estará contribuindo diretamente para que crianças e adolescentes possam vivenciar a cultura tradicionalista gaúcha, participar das atividades da invernada e ter seus próprios trajes para as apresentações.
No cardápio estão galeto, maionese, arroz, saladas e polenta frita. A programação também contará com som mecânico, proporcionando um ambiente de convivência entre famílias e integrantes da comunidade.
O ingresso custa R$ 25,00.

Serviço
Jantar da Invernada Inclusiva – CTG Chilena de Prata
📅 Hoje, 28 de agosto
⏰ 20 horas
📍 Rua José do Patrocínio, 238 – Jardim Porto Alegre – Alvorada/RS
🍽️ Cardápio: galeto, maionese, arroz, saladas e polenta frita
🎵 Som mecânico
🎟️ Ingresso: R$ 25,00
Prestigie. Participe. Apoie a inclusão.

A tradição gaúcha como instrumento de inclusão
A Invernada Inclusiva é desenvolvida em parceria com o CTG Chilena de Prata e oferece aulas adaptadas de dança tradicionalista gaúcha em um ambiente pensado para acolher pessoas com deficiência.
A proposta é utilizar a cultura gaúcha, a dança e as tradições do Rio Grande do Sul como instrumentos de socialização, autoestima, desenvolvimento e participação comunitária.
Para muitas famílias, encontrar um espaço em que seus filhos possam participar de atividades culturais sem serem definidos pelas limitações ou pelas barreiras que enfrentam diariamente representa uma conquista significativa.
É justamente por isso que iniciativas como essa precisam ser conhecidas e apoiadas pela sociedade.
O jantar tem um objetivo concreto
A arrecadação desta noite será destinada à compra das roupas das crianças da Invernada Inclusiva. Cada ingresso adquirido representa uma contribuição para que os participantes possam estar preparados para as atividades e apresentações do projeto.
A iniciativa mostra que a inclusão também pode ser construída por meio de ações simples e concretas. Uma roupa adequada, uma aula de dança, uma apresentação, um espaço de convivência e a oportunidade de participar de uma tradição cultural podem representar muito para uma criança e sua família.
À frente dessa iniciativa está a colunista do Jornal MPV Sandra Salenave, mãe atípica, defensora dos direitos da criança e do adolescente, ativista da inclusão e fundadora da Associação Acolher a Vida.
Seu trabalho nasce da convivência cotidiana com os desafios enfrentados pelas famílias e da compreensão de que inclusão não pode permanecer apenas no discurso.

Um espaço para crianças, adolescentes e famílias
A sede do projeto está localizada na Rua José do Patrocínio, onde também estão previstas outras atividades voltadas às crianças, adolescentes e suas famílias, incluindo oficinas, artesanato, ações sociais e rodas de conversa destinadas especialmente às mães atípicas.
A proposta é fortalecer uma rede comunitária capaz de acolher famílias que, muitas vezes, enfrentam sozinhas dificuldades relacionadas à educação, saúde, acessibilidade, atendimento especializado, políticas públicas e garantia de direitos.
A experiência mostra que a inclusão acontece quando existem espaços reais de participação.
Ela acontece quando uma criança pode dançar. Quando um adolescente encontra um grupo no qual se sente pertencente. Quando uma família é recebida sem julgamentos. E quando a comunidade compreende que a diferença não deve ser motivo de afastamento.

Alvorada na Real: dando voz às famílias
O trabalho desenvolvido por Sandra Salenave também está presente no Jornal MPV, por meio da coluna “Alvorada na Real e Mães Atípicas”.
O espaço foi criado para dar voz às famílias e, especialmente, às mães atípicas, trazendo para o debate público questões relacionadas à infância, adolescência, inclusão, educação, saúde, acessibilidade, políticas públicas e direitos.
A coluna acompanha histórias e demandas de Alvorada e da Região Metropolitana de Porto Alegre, buscando transformar experiências da comunidade em informação, reflexão e debate.
Porque falar de inclusão significa também discutir escolas preparadas, acessibilidade, profissionais capacitados, atendimento especializado, políticas públicas e, sobretudo, respeito.
Mães atípicas não querem privilégios. Querem respeito, acolhimento e direitos garantidos.
Hoje é dia de participar
O convite está feito. Hoje, 28 de agosto, a comunidade de Alvorada tem um encontro marcado com a inclusão, a cultura gaúcha e a solidariedade.
O Jantar da Invernada Inclusiva do CTG Chilena de Prata é uma oportunidade para reunir a família, saborear uma boa refeição e, ao mesmo tempo, contribuir para um projeto que trabalha para ampliar as oportunidades de crianças e adolescentes com deficiência.
Se você pode participar, participe. Se pode divulgar, divulgue. Se pode apoiar, apoie.
Sandra salenave do MPV Alvorada na Real
Porque a inclusão se fortalece quando deixa de ser responsabilidade de poucos e passa a ser compromisso de todos.
Hoje é dia de prestigiar a Invernada Inclusiva. Hoje é dia de apoiar nossas crianças. Hoje é dia de mostrar que Alvorada também dança pela inclusão.
Prestigie. Participe. Apoie a inclusão.
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