Após pedido do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), a Justiça autorizou que a mãe do menino Oliver Rodgers, presa preventivamente, deixe temporariamente a Penitenciária Estadual Feminina de Guaíba para realizar o reconhecimento oficial do corpo do filho no Departamento Médico-Legal (DML). A medida viabiliza a liberação do corpo para o sepultamento.
Segundo o MPRS, todas as perícias já foram concluídas e não havia mais impedimentos técnicos para a liberação do corpo. A decisão foi tomada pela 1ª Vara Criminal do Tribunal do Júri e de Execução Criminal de Viamão.
Por que a Justiça autorizou a saída da mãe?
A autorização foi concedida para que a investigada realizasse o reconhecimento formal do corpo, procedimento necessário para a conclusão dos trâmites legais antes do sepultamento.
As investigações da Polícia Civil apontam que Oliver morreu em 8 de julho após agressões atribuídas ao pai, um missionário norte-americano. Conforme a apuração, ele e a mãe investigada utilizavam violência física contra os filhos sob a justificativa de corrigi-los e discipliná-los. O caso segue em investigação.














